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RACIALISMO COMO ESTÍMULO RACISTA





Irretorquível! Esse princípio pode ser definido no contexto da Lógica Identitária, pois se a autoridade criou uma data comemorativa do fato, este é o porquê da diferença.
Que coisa. não? O mundo dá voltas, a tragédia da História dá ensinamentos para o futuro, lembramos o triste e aplicamos, hoje, tudo ao contrário da experiência sofrida. Mudamos o tom, as cores e formamos uma retórica interesseira para o momento. Pronto!, está criado o RACIALISMO, estabelecendo a receita para consolidar o contraditório da ciência moderna que não distingue mais raças humanas. Fundamentado, então, o RACIALISMO, estabelece-se o odioso RACISMO institucionalizado. Ao pensarmos estar no fundo do poço, vemos que ele é mais fundo ainda. 

Irretorquível! Esse princípio pode ser definido no contexto da Lógia Identitária, pois se a autoridade criou uma data comemorativa do fato, este é o porquê da diferença.



 


SE (Rudyard Kipling-1895)

 
Rudyard Kipling viveu nos limiares finais e iniciais dos 1800 e 1900. Nos primeiros anos dos novecentos escreveu o poema SE que exalta os princípios do caráter do homem. Levando-se em conta a época em que foi concebido, não é incabível que exalte a característica masculina. Embora isto, os conceitos emitidos nele servem para todas as épocas e devem ser observados, especialmente no momento desestruturante da moralidade em que vivemos.

"Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.

Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.

Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.

Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.

De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.

Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!


PRECE ÁRABE

PRECE ÁRABE

"Deus, não consintas que eu seja o carrasco que sangra as ovelhas, nem uma ovelha nas mãos dos algozes. Ajuda-me a dizer sempre a verdade na presença dos fortes, e jamais dizer mentiras para ganhar os aplausos dos fracos.

Meu Deus! Se me deres a fortuna, não me tires a felicidade; se me deres a força, não me tires a sensatez; se me for dado prosperar, não permita que eu perca a modéstia, conservando apenas o orgulho da dignidade.

Ajuda-me a apreciar o outro lado das coisas, para não enxergar a traição dos adversários, nem acusá-los com maior severidade do que a mim mesmo. Não me deixes ser atingido pela ilusão da glória, quando bem sucedido e nem desesperado quando sentir insucesso. Lembra-me que a experiência de um fracasso poderá proporcionar um progresso maior.

Ó Deus! Faz-me sentir que o perdão é maior índice da força e que a vingança é prova de fraqueza.

Se me tirares a fortuna, dei-me a esperança. Se me faltar a beleza da saúde, conforta-me com a graça da fé. E quando me ferir a ingratidão e a incompreensão dos meus semelhantes, cria em minha alma a força de desculpa e do perdão.

E finalmente Senhor, se eu te esquecer, te rogo mesmo assim, nunca Te esqueças de mim!"

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A dita Prece Árabe que circula ente nós, realmente, é muito bonita e com um conteúdo consistente, mas não tem origem na religiosidade islâmica, embora com linguagem que induz a pensar a cultura do povo e apenas foi criada aleatoriamente servindo de inspiração. Aliás, tem referência direta com os ensinamentos sobre o enigma da vida.  O tema diz respeito ao saber se posicionar no meio, com humildade, correção e desprendimento, das coisas que dão relevo pessoal. Não que devamos esquecer de nós mesmos e nos subjugarmos aos baixos instintos do demais, ou das vicissitudes da vida. Devemos viver, ombreando com tudo o que nos cerca, mas com fraternidade, compreendendo o nosso papel nesta vida que, por sua vez, é consequência de outras vidas passadas  e, ao mesmo tempo,  preparação para outras vidas futuras. Permeia o texto, o fundamento de todas as outras correntes filosófico-religiosas, desde os antigos caldeus, passando pelos fundadores do monoteísmo, os israaelitas, depois os cristãos e, mais adiante, os islamitas, todos crentes de um só Deus. Mas, antes, há os egípcios, precursos do pensamento monoteísta, cujos fundamentos espiritualistas e teológicos deram base para a formação de tendências e de pensamentos religiosos e psicossociais que persistem até hoje. Desse meio, surge, então, aquele que considero o meu grande guru no direcionamento da minha vida que é Pitágoras, sábio grego que, depois de estudar recolhidamente durante décadas com Hermes Trismegisto, soube sintetizar a cultura espiritual e iniciática do Egito e lançou as bases de uma nova visão quando retornou à Grécia. Na sua terra, constituiu uma estrutura de estudos que, hoje, poderia se dizer, era idêntica à do pensamento esotérico e iniciático atual, mas com fundamentos mais rígidos do que temos atualmente e, onde, se objetivava a melhoria da sociedade, por meio desses agentes indutores. Sabe-se muito pouco do funcionamento dessa escola pitagórica, mas, desse pouco, sabemos que o estudo procurava consolidar o aperfeiçoamento pessoal para que, no contexto do grupo, houvesse a transformação social.

Ainda, nesse tempo antigo, surgiu o Hinduismo, há 5000 anos e que contribuiu para a formação da mente dos povos antigos; mais tarde, há 2600 anos, surge o Budismo, também com bases novas. Ambas essas religiões/filosofias deram fundamentos para os preceitos judeus, cristãos e islâmicos posteriores. Os nossos aprendizados devem buscar o conhecimento de todas essas correntes antigas, tanto para quem crê em um Deus, como para os ateus, para que possamos estruturar um núcleo de ensinamento e de pensamento adequado para uma visão Humanista do tempo em que vivemos.

 

RACIALISMO COMO ESTÍMULO RACISTA

Irretorquível! Esse princípio pode ser definido no contexto da Lógica Identitária, pois se a autoridade criou uma data comemorativa do fato,...