NIVELANDO POR BAIXO



Nível lullopetista, é nível lullopetista! Sempre nivelando por baixo.




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O DOCUMENTO CABAL

O fato narrado na postagem abaixo, da Tribuna da Internet, parece nada, mas é tudo. Pelo que está exposto, penso haver documento, registro, evidência do crime que, até agora, embora se possa caracterizar o domínio do fato dos crimes de LULLA, não mostrou algo palpável, como o que está exarado nos controles da empreiteira. Até agora, o esperto apedeuta sempre conseguiu ser a gelatina espremida pela mão, assim, fugindo por entre os dedos da acusação. Porém, agora, há algo documental que vai de encontro ao coração do ser mais honesto do mundo.


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Pagamento a Lula foi lançado na lista da propina da Andrade Gutierrez

Charge do Alpino, reprodução do Yahoo
Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Mateus CoutinhoEstadão
Um laudo da Polícia Federal feito com base na quebra do sigilo fiscal da empreiteira Andrade Gutierrez destaca o pagamento de R$ 3,6 milhões para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre 2011 e 2014. São valores que “transitaram” por uma conta chamada “overhead” trilhando mesmo percurso do dinheiro que abasteceu empresas investigadas por lavagem de dinheiro de propina alvo da Operação Lava Jato, como firmas ligadas aos operadores financeiros Adir Assad, Fernando “Baiano” Soares, Mário Goes e Julio Gerin Camargo.
“Foram identificados lançamentos contábeis indicativos de pagamentos e doações a empresas e instituições vinculadas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no montante de R$ 3.607.347, entre os anos de 2011 e 2014”, registra o laudo 10/2016, da PF.
“Cumpre destacar que, conforme subseção III.3.5, recursos destinados à LILS transitaram pela conta contábil ‘overhead’ e realizaram percurso similar ao de empresas que estão sendo investigadas no âmbito da Operação Lava Jato pela prática de lavagem de capitais e/ou pelo recebimento dissimulado de recursos.”
PERÍCIA CRIMINAL
O laudo é de 25 de fevereiro e foi elaborado pelos peritos criminais federais Daniel Paiva Scarparo, Audrey Jones de Souza e Ivan Roberto Ferreira Pinto. Anexado nesta segunda-feira, 18, ao inquérito aberto para apurar envolvido da Andrade Gutierrez no esquema de cartel e corrupção na Petrobrás, o documento servirá para a Lava Jato cruzar dados documentais com as declarações dadas pelos executivos da empreiteira, no acordo de delação premiada.
Os repasses a Lula foram incluídos no item “Pagamentos a ex-agentes públicos”. Em depoimento prestado nesta semana, na Justiça Federal, no Rio, o ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Marques Azevedo citou o nome do ex-presidente num pedido de apoio em contrato firmado na Venezuela. O executivo negou ter feito pagamento de propinas ao petista. Segundo ele, um percentual de 1% de contratos foi cobrado por outros interlocutores do PT, entre eles o ex-tesoureiro João Vaccari Neto. Por meio de sua defesa, Vaccari nega.
CONTA OVERHEAD

A análise do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) da Construtora Andrade Gutierrez revelou a existência de uma conta contábil intitulada Overhead”, informam os peritos. O que chama atenção dos investigadores da Lava Jato é que os pagamentos feitos para Lula integram esta conta contábil Overhead, alvo de um capítulo específico do laudo.
“O Overhead contempla gastos comuns não alocados diretamente a um produto, ou seja, possui natureza preponderantemente indireta”, informa o laudo. “Por possuir natureza de gasto comum e preponderantemente indireto, o Overhead é controlado pela unidade central da entidade contábil analisada, ou seja, contempla gastos comuns feitos pela administração central (sede ou matriz, home office Overhead) e não vinculados diretamente a um produto específico (contrato de obra), porém atribuíveis indiretamente por meio de rateio em um conjunto de produtos (contrato de obra).”
Os peritos explicam que esse tipo de conta contábil é utilizado na formação de orçamentos de obras “onde se calcula a taxa de administração central a ser embutida nos orçamentos das construtoras”.
“A partir dos gastos da sede para manter as atividades de direção geral da empresa (área técnica, administrativa, financeira, contábil etc), busca-se inserir nos orçamentos das obras (geradores de receitas) as parcelas relativas a estes gastos de administração central sob a forma de rateio proporcional ao porte de cada obra/contrato, seja proporcional ao faturamento, seja proporcional ao custo estimado de cada item”.
MESMO CONTROLE
A partir da explicação, os peritos da PF informam que constataram nas análises que “a Andrade Gutierrez registrou e controlou na conta “Overhead”, parte dos pagamentos realizados às empresas investigadas por terem realizado operações de lavagem de dinheiro e/ou transferência dissimulada de capitais, bem como doações eleitorais.”
São cinco pagamentos para a LILS e quatro doações para o Instituto Lula entre 2011 e 2014. “Da mesma forma, oportuno esclarecer que os pagamentos realizados à empresa LILS Palestras, Eventos e Publicações Ltda, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também transitaram pela conta contábil ‘Overhead’, indicando que a Andrade Gutierrez tratou tais despesas como gastos indiretos a serem apropriados aos custos das obras.”
Os peritos da PF relacionam nesse trecho os pagamentos a Lula aos custos de contratos da Petrobrás. “Todos estes gastos compuseram parcela dos custos de administração central nos contratos de obras realizadas pela empresa revelando, em parte, a forma como tais pagamentos encareceram os custos de construção e, por consequência, os custos de aquisição por parte dos contratantes de obras como as da Petrobrás.”
ALTA ADMINISTRAÇÃO
O documento aponta ainda que o controle sobre tais despesas seriam feitos pela “alta administração”. “Sistemática revela ainda que os pagamentos realizados às empresas investigadas foram autorizados pela alta administração da entidade, uma vez que vinculados ao centro de controle de custo ‘overhead’, e não a um contrato/obra específico, onde tais pagamentos seriam autorizados e realizados pelos gestores de cada contrato/obra.”
Ao todo, a PF analisou contratos em que a Andrade Gutierrez participou na Petrobrás que totalizaram R$ 7,2 bilhões – R$ 1,54 bilhão em contratações diretas e R$ 5,6 bilhões por meio de consórcios. São contratos de obras em refinarias como a Replan, em Paulínia (SP), e no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
Os inquéritos que apuram suposto envolvimento de Lula no esquema de corrupção na Petrobrás foram enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF) para decisão de a quem compete as investigações, a primeira instância, em Curitiba, ou à Procuradoria Geral da República, em Brasília.

RESPONSABILIDADE NOSSA

No momento vivido pela sociedade brasileira, no contexto da situação mundial e de suas inter-relações, vale a pena despender poucos minutos para ler e meditar sobre o texto que exponho abaixo. 
A nossa sociedade é feita pela persona individual que somos, situada num meio social composto de outras personas, podendo correr o risco de nos tornarmos um grupo mal direcionado se não mantivermos a capacidade de pensar no próprio, e agir no coletivo. Devemos evitar o efeito manada, que é quando agimos levados somente pelo quê pensa o grupo. Podemos concordar com o coletivo, mas essa concordância deve sair da nossa construção mental e moral, contribuindo para o encaminhamento de soluções gerais. 
Vínhamos evoluindo e a Nação Brasileira começava a ter a noção de abandono das ideias anacrônicas que o mundo havia vivido nos últimos tempos e passou a manter noções das modernidades globais, tanto no campo econômico, como no infra-estrutural e, principalmente, no social, mas tudo dentro de uma visão humanista moderna. Mas, erramos, quando a sociedade brasileira escolheu mal os seus dirigentes e acabamos involuindo décadas, talvez um século, nas nossas concepções de nacionalidade. Felizmente, parece que os brasileiros acordamos e estamos próximos de reverter a anomia brasileira implantada pelo lullopetismo.
Os novos tempos não serão fáceis, nem tampouco mágicos, pois estaremos lidando com a mesma classe política que nos submete há séculos. Mas, confiando, vale a solução que está sendo encaminhada e que ela nos sirva de nova lição histórica da nossa responsabilidade como indivíduos, cidadãos e grupo social.


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Responsabilidades supremas dos homens
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)
Produzir acertos e não erros é semear o bem, que será tanto para si como para o semelhante

Quando se estende a vista através do panorama que as perspectivas do presente e do futuro da humanidade oferecem, não se pode senão experimentar uma profunda e justificada preocupação. Para poder alcançar as origens e surpreender as causas – cujos efeitos, produzidos a grandes distâncias de tempo, se tornam quase que incompreensíveis, por não se haver encontrado uma explicação que satisfaça a ansiedade com que cada ser humano busca desvendar o mistério –, é necessário remontar a visão a todos os processos seguidos pelos povos que somam a humanidade.
As primeiras perguntas que se abrem com caráter universal são as seguintes: Que força invencível tem arrastado tantas vezes os povos para a guerra? Por que se abatem sobre o mundo presságios de grandes epidemias morais, políticas e sociais? Por que há tanto mal na Terra? Por que tantos padecimentos? Por que essa infinidade de coisas que atentam contra a vida e a felicidade dos homens? E enquanto uns a atribuem a isto ou àquilo, a causa verdadeira pareceria não haver sido encontrada por ninguém. Essa causa é a soma de todos os erros cometidos pelos seres humanos. Todos os males que padeceram, padecem e padecerão, foram e serão sempre consequência de seus erros. 
 E como ninguém está isento de cometer erros, todos têm de sofrer os efeitos. Se é no campo político, por exemplo, os governos fazem alterações, sucedendo-se uns aos outros, sem nenhum corrigir o mal feito por seu antecessor; é lógico então, que por esta causa sobrevenham momentos álgidos, amargos, onde a lei, inexorável, faz cumprir a restituição do equilíbrio. Tantos reajustes aos erros passados e tantos novos erros cometidos se combinam e recombinam, formando-se assim um emaranhado, do qual, às vezes, é muito difícil sair. Também no campo econômico, no comércio, na indústria, por exemplo, quando são dilapidados os fundos, chega um momento em que o capital se esgota e se deve começar de novo, fazendo os naturais reajustes para sanear as finanças. Em todos estes casos se experimentam as consequências dos instantes de grande liberalidade ou desordem. No caso da saúde, se ela é descuidada e até desgastada, sofre-se, igualmente, os consequentes efeitos, manifestados em enfermidades, dores, enfraquecimentos.
A soma de todos os erros humanos é o que faz existir no mundo tanto mal. E isto, é lógico, traz à reflexão que, se no mundo inteiro se tivesse consciência desta verdade e todos se propusessem conduzir-se em concordância com uma conduta superior, tratando de cometer o menor número possível de erros, a humanidade poderia entrar em uma etapa de desenvolvimento evolutivo muito mais feliz que as anteriores. Este seria o único meio de alcançar a paz.
Texto extraído do Livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, pág. 247

FORO DE SÃO PAULO, O QUE É.

Em momentos como o atual é necessário resgatar alguns pontos, pequenos pontos!, registrados ao longo da história recente e que consolidam o estado de sublevação subterrânea que ocorre há tempos, pensada lá atrás, estruturada recentemente e praticada abertamente hoje. Abertamente, porquê os manifestantes bolivarianos da Bolívia, do Paraguai e da Venezuela estão chegando, ou já estão por aqui. Conturbarão o meu País em nome do lullopetismo, aquela corrente nefasta da realidade nacional que está em vias de extinção, pelo excesso de crimes de lesa-pátria e de lesa-humanidade.
Como na fábula de um certo apedeuta, a jararaca está viva e sua cabeça ainda foi esmagada. Ainda!
Vale a pena ver o vídeo abaixo.



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DEVERÍAMOS VER O RETORNO DA VERGONHA NA CARA

Inspirador o texto abaixo, pois mostra que ainda há esperança para a Humanidade, embora a vergonha na cara e os escrúpulos ainda estejam muito longe dos brasileiros. Mas, ocorrendo em alguma parte do mundo já é alguma coisa e talvez algum dia chegue por aqui. Só que nossa geração e mais duas outras talvez, não verão essas transformações. Afinal, todo o desenvolvimento que vínhamos conseguindo nas últimas décadas antes do lullopetismo, afundou nos descaminhos morais dos recentes 14 anos. A técnica de destruição usada pela ORCRIM foi meticulosa e extremamente eficiente e o reordenamento institucional e da sociedade necessitarão de um esforço gigantesco do povo brasileiro para voltar aos níveis de antes e retomar a reconstrução socioeconômica e moral da Nação. 
Recomendo a leitura do texto abaixo, pois o escriba foi muito feliz em unir os vários pontos do pensamento.



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O mínimo de vergonha na cara

Com espanto, leio que a advocacia japonesa enfrenta uma crise por falta de problemas jurídicos. Repito: falta de problemas jurídicos. Muitos advogados japoneses estão vivendo na pobreza. Há poucos meses, li também que o ministro da Economia do Japão, Akira Amari, renunciou e depois pediu perdão por ter recebido dinheiro e presentes de uma empresa de construção em troca de favores. Fenômeno assemelhado, embora mais trágico, aconteceu há dez anos, quando o ministro da Agricultura japonês suicidou-se depois de se envolver em um escândalo de corrupção. Leio isso e não posso deixar de pensar como o Brasil é um país atrasado. Como se chegou até aqui? Uma crença pessoal: o problema do Brasil, e do mundo subdesenvolvido de modo geral, é a falta de vergonha na cara.
Só há decência real em países onde as autoridades – e também a sociedade – têm o mínimo de vergonha na cara. Uma sociedade civilizada não aceita a incompetência das autoridades, seus crimes e escândalos. E pune como pode os comportamentos desviantes desses infelizes no poder. Numa sociedade civilizada, o lugar dessa gente é a irrelevância, o ostracismo ou coisa pior. Isso é tão evidente que me espanta como ninguém, até agora, tenha falado daquele que é o maior problema no país: o mínimo de vergonha na cara, principalmente das autoridades. Note bem, eu disse o mínimo; o mínimo de vergonha na cara já nos tiraria do buraco onde fomos jogados.
Ninguém com o mínimo de vergonha na cara gostaria de ver seu nome ligado ao maior escândalo de corrupção do país, por exemplo. E ficaria tão constrangido de ver sua foto nas capas dos jornais, ilustrando matérias sobre os milhões recebidos em propinas, que renunciaria ao cargo público no primeiro momento. Uma autoridade com o mínimo de vergonha na cara não seria capaz de desviar dinheiro de obras de escolas ou de merenda escolar e seria mais propenso a renunciar, desaparecer ou cometer um harakiri, que seja, caso seus crimes fossem descobertos. O sujeito com o mínimo de vergonha na cara é melhor cidadão, pai, síndico ou presidente. Ele não comete extorsão, falsidade ideológica ou improbidade administrativa. E mesmo quando comete, assim que se levanta a suspeita dos crimes, ele renuncia, pede perdão para a sociedade e é condenado ao ostracismo.
Os governantes ineptos e corruptos só estão no poder porque parte da sociedade os tolera. Já disse antes: não existe nada mais patético do que ver artistas, intelectuais e afins defendendo uma autoridade incompetente que jogou o país na pior recessão da história. O resultado nefasto disso está na permanência de outras autoridades tão ou mais incompetentes. É um ciclo vicioso. Renunciar à presidência da Câmara para que, se nem a maior autoridade, que jogou o país no buraco, tem o mínimo de vergonha na cara para fazer o mesmo? Tenho certeza de que um país onde as autoridades têm o mínimo de vergonha na cara seria infinitamente melhor do que esse que vemos pela janela. Mas se a sociedade, nesses tempos sombrios, ainda se agarra a uma autoridade incompetente, corrupta e criminosa, esqueça: não sairemos do buraco tão cedo.
Isso resolveria todos os problemas? É claro que não. Mas em doses mínimas, a vergonha na cara seria um primeiro passo para não repetirmos o mal. O mínimo de vergonha na cara esvaziaria o ego inflado das autoridades como um estilete furaria o pato da FIESP. O mínimo de vergonha na cara não serviria apenas para superar a crise e nos tirar do buraco. Seria uma vitória para o futuro, para o país que queremos no futuro: um país que, depois de passar pela pior recessão da história, pelo maior escândalo de corrupção de que se tem notícia, entendesse que a única forma de garantir o mínimo de dignidade na vida passa por não tolerar a incompetência, a corrupção e os crimes desses infelizes no poder.

cardozo, o ministro (DEVERIA SER CARDOZO, O MINISTRO)

A Folha, de 11/04/2016, em sua página A14, mostra a entrevista com cardozo (assim mesmo, com letra minúscula). A retórica dele é boa, assim como vimos nas duas vezes em que esteve na comissão do impedimento da Dilma, mas o conteúdo da sua fala é nulo, divergente da realidade, falacioso porquê interesseiro em defender o crime. O exemplo disto está na manchete da reportagem: "se banalizarmos o impeachment...", como se banalização do impedimento se sobrepusesse à banalização dos crimes cometidos pelo lullopetismo no governo que vão desde crimes de responsabilidade até crimes de roubo, de assalto ao bem público e contra a vida, como é o caso de Celso Daniel e outros correlatos.
Ora bolas, banalizar o impeachment! Só faltava essa, depois que o lullopetismo banalizou o crime!
Ler toda a entrevista é desnecessário, pois o texto é um conteúdo  "dejà vu", fora dos limites do bom senso e tudo para defender o crime. Afinal, segundo o lullopetismo, a luta é contra a Lei.




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OS "REMÉDIOS SOCIALISTAS"

A charge do Sponholz contém duas mensagens. Uma delas é a que está evidente e se relaciona com a importação de "remédios socialistas" para resolver a crise brasileira. Esta é a mais evidente e fácil de perceber. Mas, há outra, e muito mais importante e grave que é aquela subliminar mostrando que quem manda no País é um desclassificado da política, da ética e da moral. Especialmente isto, por que está na vitrine e provando ser um marginal da cidadania, ao ser o mercador da compra de votos, tudo ocorrendo em quarto de motel, sim!, pois em Brasília todos os hotéis praticam serviços de motéis. A função que esse "elemento", segundo a linguagem policialesca, vem desenvolvendo às portas do Palácio Presidencial e com delegação do governo, é um crime de lesa-pátria.Pior ainda, é um crime de lesa-humanidade, pois os dinheiros negociados são surrupiados dos sistemas públicos que mantêm a vida da população.

O EXTREMISMO DITATORIAL CONFRONTADO COM O LIBERALISMO

  "A Revolta de Atlas", de Ayn Rand, é uma das obras literárias, de conteúdo filosófico e econômico, mais importantes na defesa da...